A circulação das unidades funcionais tem foco prioritário no estrangulamento das filas reprimidas de atendimento. Ao todo, 18 municípios paranaenses já receberam os serviços das carretas estruturadas: Arapongas, Colombo, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Imbituva, Ivaiporã, Jacarezinho, Londrina, Maringá, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, Rio Branco do Sul, Telêmaco Borba, Umuarama e União da Vitória.
Distribuição regional e foco nas filas Neste momento, o estado mantém quatro carretas operando ativamente em polos estratégicos: uma unidade dedicada exclusivamente à Saúde da Mulher, alocada em Umuarama; duas unidades especializadas em Exames de Imagem, instaladas nos municípios de Ponta Grossa e Jacarezinho; e uma estrutura de Oftalmologia, sediada em Ivaiporã.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o modelo itinerante responde com agilidade à demanda reprimida por especialistas nos municípios do interior. “Quando levamos uma carreta para uma cidade, estamos levando o atendimento para mais perto de quem precisa e enfrentando diretamente a espera por consultas, exames e cirurgias. É o SUS indo até a população. Já são mais de 1 milhão de procedimentos realizados e filas inteiras que deixaram de existir em várias cidades”, destacou o chefe da pasta.
Meta nacional Em escala brasileira, as 120 carretas atualmente ativas pelo programa já superaram a marca de 1 milhão de procedimentos, assistindo cerca de 410 mil pacientes distribuídos por 4.290 municípios. O planejamento estratégico do Ministério da Saúde prevê a ampliação da frota para 150 carretas médicas em operação até o encerramento do exercício de 2026.
Fonte: Pinga Fogo




