Criado estruturalmente em 2021, o modelo logístico retira a carga pesada das rodovias estaduais e utiliza os trilhos. Os contêineres são diretamente carregados e embarcados no terminal localizado junto à fábrica da Klabin, no município de Ortigueira (PR), e transportados pela ferrovia da Brado até a área interna e alfandegada do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). De acordo com os dados apresentados, a operação saltou de 347 mil toneladas exportadas em 2022 para mais de 523,3 mil toneladas no acumulado do ano calendário de 2025.
Impacto ambiental e ampliação Além da previsibilidade do tempo de trânsito e da segurança no porto, a operação intermodal entregou dividendos ambientais substanciais. Ao concentrar volumes massivos de carga em composições de trens, a operação evitou, apenas em 2025, o lançamento de 24,1 toneladas de COâ na atmosfera – um montante equivalente à poluição gerada por 5.220 automóveis durante um ano inteiro. Em Paranaguá, o parque portuário também passou por eletrificação de maquinários (guindastes RTG), cortando mais de 770 toneladas anuais de emissões de carbono.
Para absorver a crescente demanda da indústria papeleira do Paraná, a infraestrutura ferroviária do porto recebeu novos aportes. Com os investimentos recentes encabeçados pela TCP e pela Brado Logística, a capacidade de absorção do corredor logístico de Ortigueira a Paranaguá foi aumentada em 20%. A ampliação garante a eficiência do tráfego das exportações pelos próximos anos e reforça a competitividade do Paraná no mercado exterior.
Fonte: Pinga Fogo




